XV. Pequeno quadro da existência
Maio 15, 2008 de mirianne
Airol, Nalim e alguns outros existentes pintam um quadro.
(…) então, cai como estrelas estrangeiras distantes, da China, o fazem. De todo modo, encontra a dor. Está lá.
Lágrimas. Balé da água. Chora até que se seque. Elas estão lá.
Um lugar. Onde você está indo? Você tem um ponto. Eu não. Você me leva. Você me mostra. Observa-me. Eu entendo.
Muitos pontos tenho eu encontrado, também. Tantos são. Não pude contar. Você estava comigo. Eu estava com você. Quem esteve lá antes?
Dor achei. Dor pela qual não ansiei. Dor vinda de cima, de trás… todo lugar.
Havia um coração vindo. Eu o vi brilhante e vermelho como tomate. Sim, era brilhante. Acho que era a luz em mim que eu queria ver. Belo você. Belo coração.
“Você pode mudar de idéia”, ela diz. Tudo bem. “Eu já chorei de raiva, também.” Deus abençoe! Sei, agora. Obrigada. Muito.
Disseram: “Bem vindos, reinados dos Castelos Vermelhos!”. Eu disse, num sussurro, “Não”. Reinados: repletos são de responsabilidade. Dor é responsabilidade e tanto.
”Na verdade, sim.”, ela disse. “Existência. O quadro da existência.”
…………………..
(…) then, fall like foreign far away stars from China do. Either way, you find pain. It IS there.
Tears. Water ballet. Cry until you dry. They ARE there.
A place. Where are you going? You have a spot. I don’t. You take me. You show me. You watch me. I see.
Many spots have I found, too. So many they were. I couldn’t count. You were with me. I was with you. Who was there before?
Pain I found. Pain I didn’t look forward to finding. Pain coming from above, from behind… everywhere.
There was a heart coming. I saw it bright and red as tomato. Yes, it was bright. I guess it was the light in me I wanted to see. Pretty you. Pretty heart.
“You can change your mind.”, she says. It’s ok. “I have cried from anger, too.” God bless! I know it now. Thank you. Very much.
They said ,”Welcome, kingdoms from the Red Castles!”. I said, in a whisper, “Don’t.”. Kingdoms: full they are of responsibility. Pain is such a responsibility.
“Indeed, they are.”, she says. “Existence. The painting of existence.”